Amazonas |
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Dados Gerais
História
Quadro Físico
Economia
Hino
UF: AM Capital: Manaus
Gentílico: Amazonense
Região: Norte
Latitude(da capital): -03º 06' 07"
Longitude(da capital): -60º 01' 30"
Número de Municípios: 102
Domicílios particulares permanentes ocupados: 570.562
Área total absoluta(Km2): 1.570.745,680
População total: 2.812.557
Homens: 1.414.367 Mulheres: 1.398.190 Urbana: 2.107.222 Rural: 705.335
Segundo Alfabetização(maiores de 4 anos)
Alfabetizados: 1.745.162 Não Alfabetizados: 314.164
Densidade Demográfica(Hab/Km2): 1,79
PIB(R$ milhão): 1.703
Cor ou raça (em %):
Preta: 3,1 Branca: 24,2 Parda: 66,9 Amarela/Indígena: 4,4
Rendimento das pessoas de 10 ou mais anos por sexo em Reais
Homens: 589,04 Mulheres: 431,46
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Até a metade do século XVIII, praticamente toda a Amazônia pertencia à Coroa espanhola. Apenas alguns aventureiros, em longas expedições, exploraram a região, sem desenvolver nenhuma atividade econômica significativa. Com a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, a região passou ao domínio português.
Em 1757, foi criada a capitania de São José do Rio Negro. Após a independência do Brasil, em 1822, a capitania foi integrada à província do Grão-Pará. Dez anos depois, foi criada a província do Amazonas, com capital na cidade de Manaus.
A economia amazonense foi estimulada pelo ciclo da borracha, no final do século XIX. Esse produto propiciou um desenvolvimento acelerado entre 1890 e 1910, atraindo milhares de migrantes, vindos principalmente do Nordeste do país. A população aumentou de 57 mil para 1,4 milhão de habitantes em apenas cinqüenta anos.
Nessa época, Manaus apresentou grande prosperidade, sendo chamada de “Paris dos Trópicos”. A cidade e todo o estado enfrentaram, a partir da década de 1910, grave crise econômica, devido a uma queda na produção de borracha. Apenas na segunda metade do século XX (anos 1960), o Amazonas conseguiu sair da estagnação econômica, graças à construção da rodovia Belém-Brasília e à criação do Pólo Industrial de Manaus (antiga Zona Franca de Manaus), dedicada à produção de eletroeletrônicos. Além disso, incrementou-se o turismo na região.
No final da década de 1980, o Pólo Industrial de Manaus entrou em declínio. Desde o início do século XXI, o Amazonas tem sido alvo de uma série de projetos que visam à defesa da fronteira norte do Brasil.
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Relevo
O relevo do estado é dominado por depressões, como a Depressão Norte-amazônica e a Depressão da Amazônia Ocidental. A Planície do Rio Amazonas estende-se ao longo de seu curso e dos seus principais afluentes. O pico da Neblina, o ponto mais alto do Brasil, com 3 014 m de altitude, localiza-se no Amazonas.
Hidrografia
Os rios do estado pertencem à Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas. Entre os principais, destacam-se o Solimões, o Amazonas, o Juruá, o Purus, o Negro, o Içá e o Japurá.
Clima
O clima do Amazonas é equatorial úmido. A temperatura média oscila entre 22ºC e 28ºC, e a precipitação média anual varia entre 1 500 mm e 3 000 mm.
Vegetação
A Floresta Amazônica recobre quase todo o estado, que também apresenta pequenas manchas de campos e cerrados.
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Economia
Entre as atividades econômicas, destacam-se a extração de madeira e a indústria de eletroeletrônicos, que se concentra no Pólo Industrial de Manaus.
Agricultura
Entre os produtos agrícolas cultivados no Amazonas, destacam-se a mandioca (1 milhão de toneladas), a cana-de-açúcar (243 mil toneladas), a malva (7,5 mil toneladas), a juta (mil toneladas), a laranja (123 milhões de frutos) e a banana (48 milhões de cachos).
Pecuária
A criação de aves soma 2,7 milhões de galináceos. O rebanho bovino totaliza 830 mil cabeças, e o suíno, 284 mil.
Extrativismo
Neste setor econômico, o Amazonas se destaca na produção de gás natural, petróleo e estanho-cassiterita, além de castanha-do-pará, borracha, piaçava e madeira.
Indústria
No Pólo Industrial de Manaus, têm destaque a produção de eletroeletrônicos, a indústria mecânica e a de transporte.
Turismo
Manaus atrai um número significativo de turistas graças ao seu patrimônio histórico. Além disso, a capital amazonense serve como ponto de partida para uma série de rotas pela selva amazônica, geralmente feitas por turistas estrangeiros e percorridas de barco. Há importantes redes de hotéis internacionais que se instalaram na Amazônia a fim de desenvolver o ecoturismo.
Transportes
O transporte fluvial é de vital importância no Amazonas, proporcionalmente um dos estados menos servidos de estradas no país: são 6,2 mil quilômetros no total, com pavimentação em apenas 1,7 mil.
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Nas paragens da história o passado
É de garra, pesar e alegria
É vitória pousando suas asas
Sobre o verde da paz que nos guia.
Assim foi que nos tempos escuros
Da conquista apoiada ao canhão
Nossos povos plantaram seu berço
Homens livres na planta do chão.
estribilho
Amazonas e bravos que doam,
Sem orgulho, sem falsa nobreza
Aos que sonham seu canto de lenda
Aos que lutam mais vida e riqueza.
Hoje o tempo se faz claridade
Só triunfa a esperança que luta
Não há mais o mistério das matas
Um rumor de alvorada se escuta.
A palavra em ação se transforma
E a bandeira que nasce do povo
Liberdade há de ter no seu pano
Os grilhões destruídos de novo.
estribilho
Tão radioso amanhece o futuro
Nestes rios de pranto selvagem
Que os tambores da glória já despertam
Ao clarão de uma eterna paisagem.
Mas viver os destinos dos fortes
Nos ensina, lutando a floresta
Pela vida que vibra em seus ramos
Pelas aves, suas cores, suas festas...
estribilho
Jorge Tufic e Herivelton Almeida
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