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America do Sul - Aspectos Econômicos
 


Agropecuária: A atividade agrícola continua sendo essencial para o continente, embora prejudicada pela má distribuição de terras. Entre as principais culturas estão a do café (Brasil e Colômbia são grandes exportadores), milho, cana-de-açúcar, banana (o Equador é o maior produtor mundial), cacau, trigo, soja e algodão.

Áreas florestais no sul do Brasil produzem madeira a partir do eucalipto e a araucária nativa, e a extração de mogno e outras madeiras de lei é feita em outras regiões. Também existe o aproveitamento de plantas medicinais e oleaginosas pelo processo de coleta.

Os maiores rebanhos bovinos da região estão localizados no Brasil, Argentina e Paraguai. Há também consideráveis rebanhos de ovinos, suínos e eqüinos. No Brasil há grandes rebanhos de caprinos e muares.


Indústria: O processo de industrialização foi intensificado em países como o Brasil, Argentina e Venezuela, mas a maior parte da região ainda pode ser considerada subdesenvolvida.

A existência de grandes reservas de minério e o potencial hidrelétrico permitiu ao Brasil formar o maior parque industrial, com destaque para as indústrias siderúrgica, mecânica, automobilística, química, de material de construção e de equipamentos elétricos.


Energia: Vários rios do continente possuem grande potencial hidrelétrico, aproveitado principalmente por países como o Brasil, Chile, Peru e Colômbia. A Venezuela é o maior produtor de petróleo.

Há ainda reservas importantes de gás natural e urânio. A América do Sul é pobre em carvão, e só a Colômbia dispõe de depósitos significativos.


Mineração: A extração de minérios pesa na economia de vários países da América do Sul. Os principais produtos são ferro (Brasil e Venezuela), cobre (Peru e Chile), estanho (Bolívia), chumbo e zinco (Peru), e bauxita (Guiana). O Brasil possui reservas de manganês, chumbo, ouro e diamantes.


Comércio: O continente é tradicional exportador de matérias-primas e importador de capitais e produtos industrializados, sobretudo máquinas e equipamentos.

O processo de substituição de importações, desencadeado após as guerras mundiais, levou alguns países à auto-suficiência em bens de consumo e a iniciar a exportação de manufaturados, como é o caso do Brasil. Os Estados Unidos, o Japão e os países europeus são os principais parceiros.


Transportes: A concentração populacional nas regiões costeiras dificulta o desenvolvimento do setor de transporte. A ligação aérea é a única capaz de unir todos os pontos do continente, mas é utilizada basicamente para transporte de passageiros. Uma das linhas aéreas de maior densidade de passageiros do mundo é a que liga o Rio de Janeiro a São Paulo. Existem vários aeroportos com grande volume de tráfego, como os do Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Brasília, Caracas e Montevidéu.

Os rios das bacias Amazônica, do Prata, do São Francisco e do Orinoco possuem vastas extensões navegáveis, que totalizam, somente no Brasil, cerca de 54.000km. As principais frotas mercantes pertencem ao Brasil e Argentina, que também dispõem dos maiores portos (Buenos Aires, Santos, Rio de Janeiro, Bahía Blanca e Rosario).

O Brasil e a Argentina têm algum desenvolvimento em  transporte por terra.

Aspectos Demográficos

Aspectos Naturais

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